Filosofia equivocada
Qaunto mais nos aprofundamos no conhecimento do ser humano, mais percebemos os equívocos e as limitações de séculos de conhecimentos que recebemos e repetimos maquinalmente.
Neste artigo vamos buscar confrontar algumas bases da Filosofia em confronto com a verdade das Escrituras Sagradas.
Cabe aqui um importante esclarecimento inicial: Estamos habituados em pensar imediatamente no comportamento das igrejas e dos religiosos.
E, na verdade, há um abismo intransponível entre a revelação bíblica e este pensamento.
A Bíblia é simples, é bela e se revela pelo Espírito que Jesus enviou, mas que poucos receberam ainda hoje.
“Rogo-lhes pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:1-2)
Paulo revela aqui que a verdadeira transformação espiritual começa com uma entrega real — do corpo — e se desenvolve por um processo: renovação da mente, discernimento da vontade de Deus e vivência prática dessa vontade.
O culto racional não é um exercício intelectual ou uma liturgia consciente. É a entrega do corpo como sacrifício vivo. É com o corpo que obedecemos, negamos a nós mesmos, servimos, suportamos, perseveramos. E é por meio do corpo que seremos julgados:
“Porque todos nós devemos comparecer diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que lhe é devido pelo que fez por meio do corpo, de acordo com o que praticou, o bem ou o mal.” (2 Coríntios 5:10)
Entregar o corpo é o primeiro passo. Mas essa entrega desencadeia um processo: a renovação da mente. E essa renovação acontece à medida que enfrentamos as provações e permanecemos firmes. Cada etapa, cada dor, cada renúncia no corpo renova a mente — e nos faz discernir a vontade de Deus.
“Mas todos nós… estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito.” (2 Coríntios 3:18)
Aqui podemos confrontar os três grandes conceitos filosóficos à luz do evangelho:
O homem natural não se conhece. Seu coração é enganoso e corrupto. Só o Espírito pode revelar quem somos em Deus.
O ser humano não é apenas razão — é um vaso espiritual. Será julgado pelo que fez no corpo. Sua identidade está no Espírito.
Platão vislumbrou um mundo invisível, mas sem revelação. A verdade invisível é Cristo — e só o Espírito pode revelá-lo.
“Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.” (Tiago 1:2-4)
Essa maturidade é o resultado da entrega, da perseverança e da obra do Espírito. Não vem da razão, nem da introspecção. Mas de um caminho real — vivido no corpo, moldado nas provações, guiado pelo Espírito.
A filosofia tentou subir ao céu pela razão. Mas a verdade veio do céu à Terra pela revelação. E o caminho que Deus nos deu não começa na mente, mas no corpo: “Ofereçam-se…”. Esse é o verdadeiro culto. Essa é a verdadeira transformação. Esse é o verdadeiro conhecimento: o que vem de Deus, é feito em nós, e nos conduz à glória. De glória em glória. De provação em provação.
Eu Sou
Lavagem cerebral