O que temos compreendido até aqui
Texto em construção — iniciado em 21 de agosto de 2026.
Este é um texto em construção.
E talvez continue assim por muito tempo ainda.
Esta reflexão nasceu durante a leitura do livreto A Carta de Paulo aos Colossenses — em leitura contínua.
Enquanto caminhávamos pela carta, algumas palavras começaram a pedir um olhar mais demorado:
Cristo.
Cristo Jesus.
Jesus.
Jesus Cristo.
Espírito.
Filho do Homem.
E, antes mesmo de encontrarmos respostas para essas perguntas, percebemos algo talvez ainda mais importante:
não precisamos compreender tudo para continuar caminhando.
Há coisas que compreendemos.
Há coisas que começamos a compreender.
E há coisas que simplesmente não compreendemos.
Paulo não teve vergonha de dizer:
“Agora conheço em parte.”
Talvez nós também possamos recuperar essa liberdade.
A liberdade de dizer:
“Eu não sei.”
Criamos uma estranha vergonha de não saber, como se fôssemos obrigados a compreender tudo.
Não compreendo. Tenho vergonha de perguntar. Olho ao redor e todos parecem ter compreendido. Então fico em silêncio — ou começo a defender com ainda mais força aquilo que já conheço.
Outra pessoa talvez esteja vivendo exatamente a mesma coisa.
E o silêncio de uma confirma o medo da outra.
Até que alguém diga:
“Eu não compreendi.”
E outro responda:
“Eu também não.”
Agora podemos conversar.
Um mestre que não compreendeu
Nicodemos era mestre em Israel.
Chegou a Jesus dizendo:
“Sabemos…”
Pouco depois estava perguntando:
“Como pode ser isso?”
Ele não compreendeu.
E a conversa continuou.
Aqui também pode continuar.
“Eu não sei” é uma resposta permitida.
Porque, quando admito que não sei, posso perguntar.
Quando pergunto, posso ouvir.
E, quando ouço, talvez comece a enxergar.
Tiago escreveu:
“Sejam prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para se irar.”
E disse também algo impressionante:
“A língua, porém, ninguém consegue domar.”
Talvez maturidade não seja ter resposta para tudo.
Talvez apareça também na liberdade de ouvir.
Quem anda nas trevas não sabe para onde vai
Jesus disse:
“Quem anda nas trevas não sabe para onde vai.”
Mas também disse:
“Andem enquanto vocês têm a luz.”
Não precisamos enxergar a estrada inteira.
Quem viaja de carro durante a noite conhece isso.
Os faróis iluminam apenas um pequeno trecho.
Caminhamos.
Outro trecho aparece.
Caminhamos novamente.
De fé em fé.
E, se percebemos que estamos perdidos, podemos dizer:
“Não sei onde estou.”
Então podemos perguntar.
Não sei → pergunto → ouço → vejo → caminho.
Conhecemos em parte
Paulo escreveu:
“Agora conheço em parte.”
E também:
“Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam.”
Mas continuou:
“Deus, porém, o revelou a nós por meio do Espírito.”
As duas coisas permanecem.
Conhecemos em parte.
E:
Deus revela.
Não importa quanto tenhamos caminhado, sempre haverá mais do que nossos olhos viram, nossos ouvidos ouviram ou nosso coração conseguiu conceber.
Por isso caminhamos.
Não de compreensão completa em compreensão completa.
De fé em fé.
Sabedoria, estatura e graça
Salomão recebeu uma sabedoria extraordinária.
Investigou. Observou. Conheceu.
E chegou a uma conclusão dolorosa:
“Quem aumenta o conhecimento aumenta a tristeza.”
Salomão também procurou a alegria. Experimentou prazeres, realizações, riquezas e conhecimento. E não encontrou neles aquilo que pudesse permanecer.
Então Lucas registra uma pequena frase sobre Jesus:
“Jesus ia crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens.”
Sabedoria.
Estatura.
Graça.
As três palavras merecem permanecer diante de nós.
Paulo fala da:
“medida da estatura da plenitude de Cristo.”
Tiago diz que aquele que não tropeça no falar é maduro, capaz de manter também todo o corpo sob controle.
Mas pouco depois reconhece:
“A língua, porém, ninguém consegue domar.”
Talvez maturidade não seja saber tudo nem ter resposta para tudo.
Talvez apareça também na liberdade de ouvir, de permanecer em silêncio e de dizer:
“Eu não sei.”
João, por sua vez, contempla a Palavra feita carne:
“cheia de graça e de verdade.”
E acrescenta:
“Da sua plenitude todos nós recebemos graça sobre graça.”
Não apenas sabedoria.
Graça.
E então Jesus fala de algo que Salomão procurou e não conseguiu encontrar nas coisas que experimentou:
“Para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa.”
Observe novamente:
em vocês.
Não apenas alegria.
“Minha alegria em vocês.”
E Paulo escreve:
“O fruto do Espírito é amor, alegria…”
Não queremos transformar essas passagens numa fórmula que elas próprias não apresentam.
Queremos apenas colocá-las diante dos nossos olhos:
estatura
graça
plenitude
amor
alegria
Talvez a resposta não seja simplesmente compreender cada vez mais.
Há também:
graça sobre graça.
E há uma alegria que Jesus não manda procurar:
ele deseja que a sua alegria esteja em nós.
Olhar
No deserto, quando alguém era mordido por uma serpente, olhava para a serpente que Moisés havia levantado:
e vivia.
Jesus recuperou essa imagem diante de Nicodemos:
“Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também é necessário que o Filho do Homem seja levantado…”
Talvez não precisemos compreender tudo antes de olhar.
E talvez não seja apenas um olhar de passagem.
Contemplar.
Paulo escreve que, contemplando a glória do Senhor, somos transformados segundo a sua imagem:
de glória em glória.
Talvez algumas coisas não sejam primeiramente explicadas.
São contempladas.
Olhamos.
Permanecemos olhando.
Cremos.
Caminhamos.
E somos transformados.
Cremos; por isso falamos
Se conhecemos apenas em parte, por que falar?
Paulo responde:
“Eu cri, por isso falei.”
E:
“Nós também cremos e, por isso, falamos.”
Não:
“Compreendemos tudo; por isso falamos.”
Cremos.
Por isso compartilhamos aquilo que recebemos.
E Paulo nos lembra:
“Temos esse tesouro em vasos de barro.”
O tesouro é precioso.
O vaso continua sendo barro.
Por isso estas páginas não pretendem apresentar definições definitivas.
Elas reúnem o que temos compreendido até aqui.
Não apenas aquilo que uma pessoa enxergou, mas aquilo que irmãos vêm compartilhando, aquilo que o corpo vai mostrando, aquilo que as Escrituras vão iluminando enquanto caminhamos juntos.
Um edificando o outro.
E amanhã talvez enxerguemos um pouco mais.
No princípio
Talvez nossa contemplação possa começar onde as Escrituras começam:
Havia trevas sobre a face do abismo.
O Espírito de Deus pairava sobre as águas.
Deus disse: “Haja luz.”
E houve luz.
João nos leva novamente ao princípio:
“No princípio era a Palavra…”
Nela estava:
a vida.
E essa vida era:
a luz dos homens.
A luz resplandece:
nas trevas.
E então:
“A Palavra se fez carne e habitou entre nós.”
Espírito.
Palavra.
Vida.
Luz.
Filho.
Continuamos olhando.
O que temos compreendido até aqui
As palavras abaixo não são definições encerradas.
São pontos da estrada.
Algumas coisas nos parecem mais claras. Outras permanecem como perguntas.
Ao final de cada parte deixamos a mesma pergunta:
O que você está vendo?
Não queremos saber apenas se você concorda.
Talvez você conheça uma passagem que não percebemos. Talvez enxergue uma conexão diferente. Talvez alguma coisa aqui lhe pareça equivocada.
Ou talvez sua resposta seja simplesmente:
“Eu ainda não sei.”
Tudo isso pode nos ajudar.
Um só é o nosso Mestre. Todos nós somos irmãos.
Cristo
“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.”
Essa talvez seja nossa âncora mais simples.
Quando continuamos olhando para as Escrituras, encontramos ao redor desse mistério palavras que reaparecem:
vida, luz, Espírito, imagem e glória.
Paulo fala de:
Cristo, nossa vida.
Fala de dores de parto:
“até que Cristo seja formado em vocês.”
E anuncia aquilo que chama de mistério:
“Cristo em vocês, a esperança da glória.”
Também fala do último Adão como “espírito vivificante” e da transformação segundo sua imagem, de glória em glória.
Não queremos explicar depressa demais aquilo que Paulo chamou de mistério.
Por enquanto, nossa âncora permanece:
Cristo, o Filho do Deus vivo.
E continuamos olhando.
O que permanece aberto?
Como Cristo, Filho, Espírito, vida, luz e glória se relacionam?
O que significa Cristo ser formado em nós?
O que significa Cristo em nós?
E permanece diante de todos nós a pergunta de Jesus:
“E vocês, quem dizem que eu sou?”
O que você está vendo?
Jesus
“Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus.”
Jesus é o homem nascido de Maria, a quem foi dado esse nome.
Paulo diz:
“nascido de mulher.”
Jesus cresceu “em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens.”
Teve fome e sede.
Cansou-se.
Chorou.
Foi tentado.
Sofreu.
Morreu.
Hebreus diz algo surpreendente:
“Embora sendo Filho, ele aprendeu a obedecer por meio daquilo que sofreu.”
Mas João nos leva a olhar ainda mais longe:
“A Palavra se fez carne e habitou entre nós.”
No batismo de Jesus, o Espírito desce sobre ele e a voz do Pai diz:
“Você é o meu Filho amado.”
Mais tarde, Pedro resume:
“Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e poder.”
Depois de sua morte:
Deus o ressuscitou.
Estamos diante de um homem verdadeiro.
Mas as Escrituras não nos permitem parar apenas aí.
E continuamos olhando.
O que permanece aberto?
O que significa plenamente “A Palavra se fez carne”?
Como Jesus, Filho, Palavra, Espírito e Cristo se relacionam?
O que significa Deus ter ungido Jesus de Nazaré com o Espírito Santo?
O que você está vendo?
Cristo Jesus
Paulo utiliza muitas vezes essa expressão.
E uma das formas que mais se repetem é:
“em Cristo Jesus.”
Não há condenação para os que estão em Cristo Jesus.
Somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus.
A graça nos é dada em Cristo Jesus.
Mas Filipenses 2 chama especialmente nossa atenção.
Paulo começa:
“Cristo Jesus…”
E descreve um movimento:
existindo em forma de Deus, esvaziou-se, assumiu forma de servo, tornou-se semelhante aos homens, humilhou-se e tornou-se obediente até a morte — morte de cruz.
Depois:
“Por isso Deus o exaltou…”
E a passagem termina:
“Jesus Cristo é Senhor.”
Começa:
Cristo Jesus.
Termina:
Jesus Cristo.
Isso chamou nossa atenção.
Mas ainda não sabemos se essa mudança possui um significado particular em Filipenses 2 ou se corresponde simplesmente à liberdade com que Paulo utiliza as duas expressões.
Por enquanto, apenas percebemos.
E continuamos olhando.
O que permanece aberto?
O que significa estar em Cristo Jesus?
Por que essa expressão aparece tantas vezes em Paulo?
Existe uma diferença intencional entre Cristo Jesus e Jesus Cristo?
Por que, nesse movimento de Filipenses 2, Paulo começa com Cristo Jesus e termina confessando: Jesus Cristo é Senhor?
O que você está vendo?
Jesus Cristo
No final do movimento de Filipenses 2, depois da obediência até a morte e da exaltação realizada por Deus, Paulo escreve:
“Jesus Cristo é Senhor.”
Pedro anuncia algo semelhante:
“Deus ressuscitou este Jesus.”
E depois:
“Deus fez deste Jesus, a quem vocês crucificaram, Senhor e Cristo.”
Romanos também apresenta um movimento que merece nossa atenção: o Filho, descendente de Davi segundo a condição humana, é declarado Filho de Deus com poder pela ressurreição dentre os mortos:
“Jesus Cristo, nosso Senhor.”
E João nos oferece outra expressão preciosa:
“Jesus Cristo, o Justo.”
Isso se torna especialmente significativo quando colocado ao lado de:
“Não há nenhum justo, nem um sequer.”
E Paulo escreve:
“pela obediência de um único homem muitos serão feitos justos.”
Não diremos que Jesus foi o primeiro homem das Escrituras chamado justo. Outros já receberam essa linguagem.
Mas encontramos:
Jesus Cristo, o Justo.
O princípio.
O primogênito dentre os mortos.
As primícias.
E encontramos também:
nova criação.
novo homem.
Talvez estejamos começando a enxergar algo sobre o princípio de uma nova humanidade.
Ainda não queremos dizer mais do que conseguimos ver.
O que permanece aberto?
O que significa “Jesus Cristo, o Justo”?
O que Pedro quer dizer com “Deus fez deste Jesus… Senhor e Cristo”?
Como isso se relaciona com “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”?
E o que significa confessar:
“Jesus Cristo é Senhor”?
O que você está vendo?
Filho do Homem
Talvez devêssemos começar exatamente pela pergunta que fizeram a Jesus:
“Quem é esse Filho do Homem?”
A expressão já estava nas Escrituras.
Ezequiel é chamado repetidamente de filho do homem.
Daniel vê “um como filho do homem” recebendo autoridade, glória e reino.
Então Jesus utiliza repetidamente a expressão para falar de si mesmo.
O Filho do Homem serve.
Sofre.
É entregue.
Morre.
Mas também possui autoridade e aparece associado ao reino e à glória.
Em João 12, Jesus diz:
“Chegou a hora de ser glorificado o Filho do Homem.”
E imediatamente fala:
“Se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas, se morrer, dará muito fruto.”
Grão.
Terra.
Morte.
Muito fruto.
Mas há algo anterior que merece permanecer diante de nós.
Diante de Nicodemos, Jesus diz:
“Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também é necessário que o Filho do Homem seja levantado…”
No deserto:
quem havia sido mordido olhava e vivia.
Jesus fala daquele que:
crê e tem vida.
Talvez não precisemos compreender tudo antes de olhar.
Talvez algumas coisas precisem ser contempladas.
E, quando posteriormente perguntam diretamente:
“Quem é esse Filho do Homem?”
Jesus não oferece uma definição.
Ele fala da luz:
“Andem enquanto vocês têm a luz, para que as trevas não os surpreendam, pois quem anda nas trevas não sabe para onde vai.”
E:
“Creiam na luz […] para que se tornem filhos da luz.”
Talvez algumas respostas apareçam enquanto caminhamos.
O que permanece aberto?
Por que Jesus chama a si mesmo tantas vezes de Filho do Homem?
Como Filho do Homem e Filho de Deus se relacionam?
Por que sua glorificação aparece junto da imagem do grão que morre e produz muito fruto?
E por que, quando perguntaram “Quem é esse Filho do Homem?”, Jesus respondeu falando da luz?
O que você está vendo?
Espírito
O Espírito de Deus aparece já no princípio:
“O Espírito de Deus pairava sobre as águas.”
Havia trevas sobre a face do abismo.
O Espírito estava ali.
Deus falou.
Houve luz.
Em Ezequiel, diante dos ossos secos, Deus diz:
“Porei o meu Espírito em vocês, e vocês viverão.”
Jesus fala a Nicodemos sobre:
nascer do Espírito.
E diz:
“O que nasce do Espírito é espírito.”
Paulo escreve:
“Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus.”
E ainda:
“Deus enviou o Espírito de seu Filho ao coração de vocês, e ele clama: ‘Aba, Pai’.”
Depois encontramos uma afirmação que ainda precisamos contemplar muito:
“O Senhor é o Espírito.”
E Jesus diz:
“O Espírito dá vida.”
Talvez esta seja nossa âncora mais simples:
O Espírito dá vida.
O restante permanece aberto.
O que permanece aberto?
Quem é o Espírito?
Como compreender Espírito de Deus, Espírito de Cristo e Espírito de seu Filho?
O que significa “O Senhor é o Espírito”?
O que significa nascer do Espírito?
Como Espírito, Cristo e filiação se relacionam?
O que você está vendo?
Este texto não termina aqui
Estas são algumas coisas que temos compreendido até aqui.
Este texto permanecerá aberto.
Novas passagens poderão ser acrescentadas.
Algumas frases poderão ser corrigidas.
Algumas compreensões poderão ser ampliadas.
Outras talvez precisem ser abandonadas.
Sem vergonha.
Podemos dizer:
“Eu não sei.”
Podemos dizer:
“Eu não compreendi.”
Podemos dizer:
“Era assim que eu enxergava, mas agora estou começando a enxergar de outra maneira.”
Porque:
conhecemos em parte.
E, ainda assim:
cremos; por isso falamos.
Caminhamos:
de fé em fé.
Contemplamos e somos transformados:
de glória em glória.
Não precisamos enxergar toda a estrada.
Andamos enquanto temos a luz.
E, enquanto caminhamos, ouvimos uns aos outros.
Um acrescenta uma passagem.
Outro faz uma pergunta.
Outro percebe uma conexão.
Outro diz:
“Não consigo enxergar assim.”
Tudo isso pode nos edificar.
Porque:
um só é o nosso Mestre.
Todos nós somos irmãos.
E:
um só é o nosso Pai, aquele que está nos céus.
Por isso este texto termina — por enquanto — com uma pergunta:
O que você está vendo?
Um só é o nosso Mestre.
Todos nós somos irmãos.
O que você está vendo?


3 Comments
Um belo convite a reflexão, intuitivo e instigante na direção do conhecimento e o conhecimento traz a verdade, a humildade de sabermos nossos limites e caminhar juntos em direção ao amor libertador, tenho muitas perguntas, tenho encontrado algumas respostas. Mas de fato encontrei o Cristo que hoje habita em mim através da partilha de ideias e crenças, dúvidas e certezas que se fazem e desfazem a cada dia.
O que eu aprendi é que Jesus é a pessoa humana escolhida por Deus pra receber seu Espírito, o que aconteceu no batismo. A partir desse momento Jesus é o Cristo (Jesus Cristo), o ungido de Deus e, passa a pregar sobre o Reino de Deus. Nós tbm temos o Espírito Santo de Deus, que habita em nós, portanto nossa missão é viver e pregar o Reino de Deus. Não sei mais, estou buscando e creio que a Luz vai clareando cada vez mais.
Amém!