Existe algo que Jesus disse que atravessa o tempo — e continua acontecendo hoje.
Não é sobre falta de ensino.
Não é sobre falta de acesso.
Não é sobre falta de informação.
É algo mais profundo.
“Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca entenderão;
ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão.
Pois o coração deste povo se tornou insensível;
de má vontade ouviram com os ouvidos,
e fecharam os olhos.
Se assim não fosse,
poderiam ver com os olhos,
ouvir com os ouvidos,
entender com o coração
e converter-se,
e eu os curaria.”
(Mateus 13:14–15)
O problema nunca é ouvir.
É não deixar entrar.
É ver… e não querer perceber.
É ouvir… e não querer ir até o fim.
Não por incapacidade.
Mas por resistência.
O coração se torna insensível assim:
aos poucos,
em pequenas recusas,
em adiamentos quase imperceptíveis.
Até que ouvir já não toca.
E ver já não revela.
Mas o próprio texto guarda algo precioso.
Quase silencioso.
Quase escondido.
“Se assim não fosse…
eu os curaria.”
O fim não é endurecimento.
É cura.
E essa cura não está distante.
Ela está no mesmo lugar onde a voz é ouvida.
No hoje.
Hoje, se você ouvir…
não endureça o coração.
Porque, se o coração se abrir,
a cura começa ali.
Há quem esteja resistindo até o fim.
E há quem esteja permanecendo aberto até o fim.
A alegria que eu não conseguia encontrar
O fruto do Espírito — quando Cristo passa a viver em nós